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:: Terça-feira, Junho 12, 2007 ::
síndrome de noiva - parte II
Eu queria entender qual o motivo dos meus pesadelos a respeito da nossa festa de casamento. Mais uma vez sonhei com algo terrível acontecendo no dia. Pelo meu otimismo, prefiro acreditar que é pura ansiedade. Desta vez, eu descobri já na igreja que não contratamos músicos para a cerimônia, então quem tocava o piano - vejam bem, piano - era o márcio mesmo. As pessoas saíram da igreja visivelmente insatisfeitas e não se animaram para a festa. Tenho em mente a triste imagem do DJ colocando som para um salão vazio, sem uma única alma viva na pista de dança. E eu chorando compulsivamente, pra variar. E pra piorar, a decoração estava horrorosa e duas das mesas estavam sem toalhas. Pobre de nós.
:: Postado por Lella
às 9:40 AM
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muitas e muitas horas
Continuando o plano de não fazer nada durante o final de semana, eu e o Márcio conseguimos a proeza de assistir a toda a primeira temporada de 24 Horas. Ou melhor, aos 17 episódios que faltavam. Jack Bauer é mestre. E eu que nunca tinha visto, virei fã. E o melhor é que temos mais duas temporadas em casa pra ver! U-hú!!
Um Bom Ano (A Good Year, EUA, 2006) - O filme é simpático, gostoso de ver e te dá aquela sensação boa. Talvez pela bela paisagem ou pela tranqüilidade com que a trama se desenrola. Não passa nenhuma mensagem especial e dificilmente vai ser considerado o melhor filme na vida de alguém, mas vale assistir. Tá muito longe de ser ruim, mas teve péssimo desempenho nas bilheterias dos EUA e chegou quase que despercebido por aqui. O motivo, acredito, é que Ridley Scott não se saiu bem na sua tentativa de fazer uma produção européia. O filme seria infinitamente melhor se fosse mais americano do que europeu. Mesmo assim, assistam. O Russel Crowe está ótimo no papel de Max Skinner, e a região de Provence na França é um espetáculo, mesmo no vídeo.
Tudo em Família (The Family Stone, EUA, 2005) - Antes deste fim-de-semana, me lembro de várias oportunidades em que segurei este DVD nas mãos, mas acabei deixando para uma próxima vez. No último domingo, finalmente assisti. O motivo maior era o elenco, porque a comédia natalina em si não me agradava. Comecei sem esperar muito e terminei sem receber nada. Tudo o que dá pra dizer é que é agradável, como a grande maioria das comédias românticas despretensiosas. Assim, recomendo assistir em casos como o meu, em que não tinha muita coisa à disposição na locadora em um domingo chuvoso perfeito para ficar em casa vendo filme. Porque, além de tudo, o Dermont Mulroney não está em sua melhor performance (para este caso, recomendo Muito Bem Acompanhada).
:: Postado por Lella
às 9:38 AM
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:: Segunda-feira, Junho 11, 2007 ::
cinderella
Elisa é uma menina muito fofa. Além de linda e querida, é super inteligente e prestativa. Na sexta-feira, ela queria me ajudar nas tarefas domésticas e eu dei algumas funções a ela, como, por exemplo, guardar as coisas dela no armário. Enquanto eu passava roupas, ela vinha até a sala buscar mais coisas para guardar. Como estava disposta e gostando de ajudar, eu segui dando tarefas à baixinha: pega um papel pra limpar o nariz, joga no lixo, guarda isso, pega aquilo. Lá pelas tantas ela me olha bem séria e reclama: "pega isso, pega aquilo, joga isso... ô, mãe, tu acha que eu sou a cinderella, é?"
:: Postado por Lella
às 7:30 PM
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:: Terça-feira, Junho 05, 2007 ::
filmes
Eu e o Márcio aproveitamos o final de semana para fazer algo que há séculos planejamos, mas nunca é possível: NADA! Sempre tem um almoço na casa da minha mãe ou da minha sogra, um evento de turma, um aniversário, essas coisas. Finalmente, desta vez deu certo. Aproveitamos para ir no cinema no sábado à noite e nos ajojarmos no sofá vendo filmes e seriados embaixo das cobertas no domingo inteiro.
No sábado:
Obrigado por Fumar (Thank You For Smoking, EUA, 2005) - Finalmente consegui assistir e é realmente muito bom como haviam me dito. A direção é dinâmica, a montagem é interessante e o roteiro é bem-humorado, embora contestador. É inteligente, mas não para se levar a sério. Ele é cínico o suficiente para divertir e desapegado demais para se comprometer a qualquer causa. Recomendo!
Homem-Aranha 3 (Spider-Man 3, EUA, 2007) - Saturou. Depois de ter feito dos dois primeiros filmes da seqüência um sucesso, sendo considerado a melhor a adaptação dos quadrinhos para o cinema, o último que encerra a trilogia é "too much". Opinião pessoal, claro, mas acho que os produtores se perderam um pouco na história. Na tentativa de um "grand finale" na saga do super herói, o filme peca por cenas exageradas, personagens insignificantes e desfechos fracos. Deveria ter economizado o dinheiro do cinema e esperar sair em DVD.
No domingo:
Piratas do Caribe 2 - O Baú da Morte (Pirates of the Caribbean: Dead Man's Chest, EUA, 2006) - O Johnny Depp foi o motivo mais forte para eu ter assistido ao primeiro da série, do qual eu não esperava nada. O resultado não poderia ter sido outro: me diverti muito com o impagável Jack Sparrow. Terminei o filme com a sensação de quero mais e, embora tenha demorado um pouco para assistir o segundo, sigo adorando. O visual, a dinâmica, os personagens. O roteiro não é o forte e concordo que há idas e vindas desnecessárias, mas isso não me afeta em nada. Acho que o visual do filme é bom o suficiente para superar as fraquezas da narrativa. E no mais, o elenco é ótimo. O Johnny Depp mata a pau. Verei o terceiro logo.
Fomos à locadora para alugar ao filme "Um Bom Ano" (com Russel Crowe, do qual só ouço falarem bem), mas não estava disponível. A fim de assistir a uma comédia romântica para seguir nossa despreocupada tarde de domingo, o Márcio aceitou que eu escolhesse o filme e não foi contra quando viu que era este:
Armações Do Amor (Failure to Launch, EUA, 2006) - Tripp, interpretado pelo gatíssimo Matthew McConaughey, é um solteiro convicto de 35 anos que ainda mora com seus pais. Desesperados e no limite, eles decidem contratar uma mulher linda e talentosa (Sarah Jessica Parker) para fazer com que ele queira deixar o lar, doce lar. Filme mulherzinha, bonitinho e agradável, mas nada de mais.
No resto do dia nos dedicamos à primeira temporada de 24 horas, seriado que eu nunca tinha visto (acreditem!). Logo eu, uma total abobadinha de seriados. Que o diga a Camila!
:: Postado por Lella
às 12:26 PM
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